sexta-feira, 25 de abril de 2014

Dicas sobre Pirinópolis!


DIVERSÃO

 

MUSEUS E CONSTRUÇÕES


Museu Rodas do Tempo
Rodas do Tempo é a realização de um sonho de quem, por mais trinta anos, procurou resgatar e restaurar veículos antigos motorizados de duas rodas.  


 Igreja Nossa Senhora do Rosário 
Construída no período colonial, a Igreja Nossa Senhora do Rosário foi erguida entre os anos de 1.728 a 1732 por escravos.


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Igreja Nossa Senhora do Carmo e Museu de Arte Sacra
Construída entre os anos 1750 e 1754, pelo minerador Luciano Nunes Teixeira, em estilo colonial, localizada à margem direita do Rio das Almas e era usada à época como capela particular da família Frota.
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Igreja Nosso Senhor do Bonfim
Construída pelo sargento-mor Antonio José de Campos, no período de 1.750 a 1754, em um dos pontos mais elevados do arraial, com estilo colonial semelhante ao da Igreja Matriz.

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Fazenda Babilônia
Antigo Engenho São Joaquim, edificada em 1800 pelo Comendador Joaquim Alves de Oliveira, foi um dos maiores engenhos de cana-de-açúcar do Brasil.

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Centro Histórico
O centro histórico da cidade de Pirenópolis, tombada pelo IPHAN em 1989, conserva os traços urbanos e construções da arquitetura colonial, que começa a ganhar contornos mais definidos em 1800.

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 Theatro de Pirenópolis
O segundo teatro construído em Pirenópolis, no ano de 1889, por Sebastião Pompeu de Pina, e teve o apoio da comunidade.

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Cinema
Construído em 1.919 por iniciativa do padre Santiago Uchoa sua fachada
é no estilo art d`cor e o prédio do fórum da cidade recentemente erguido.

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Museu das Cavalhadas de Pirenópolis
Rua Direita, 39 - Centro |72980-000 - Pirenópolis - GO |(62) 3331 1166
Proprietária: Maria Eunice Pereira e Pina
Fundação: 1992
Funcionamento: Todos os dias das 8 as 20 horas
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 Museu da Fámilia Pompeu
Rua Nova, 31 - Centro | 72980-000 - Pirenópolis - GO | (62) 3331 1269


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Ponte Velha
 (Ponte sobre o Rio das Almas) Histórico:A ponte sobre o Rio das Almas foi construída entre 1899 e 1903 pelo intendente (denominação dada aos prefeitos da época) Sebastião Pompeu de Pina, e reformada de 1983 a 1984.

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Cadeia Municipal de Pirenópolis Rua Bernardo Sayão, s/n - Centro | 72980-000 - Pirenópolis - GO 
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Museu Lavras de Ouro
Estrada das Pedreiras, 2km | 72980-000 - Pirenópolis - GO
Telefones: (62) 3331 1543 ou (62) 8134 4313 e 9698 6125
Museu Mariano de PirenópolisRua Pireneus, s/n - Centro | 72980-000 - Pirenópolis - GO


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terça-feira, 22 de abril de 2014

Mulher na Idade Média

Idade Média: Duas Visões

Adam Smith e Karl Marx: Liberalismo e Socialismo (Globo Ciência)

DOSSIÊ - TEXTO QUATRO(04)!

Dossiê – texto 04 – Professor José Jorge – EJA – CG – noturno
OS DRIBLES DO PASQUIM
Autor: Severino Francisco – “Crônica da Cidade” - Correio Braziliense de 14/04/2014 – pag. 22.

                O Pasquim aliviou nossa barra durante o sufoco da ditadura de 1964. As balas e bombas de efeito hilariante disparadas por aquela turma de guerrilheiros do humor fizeram mais estragos no regime de exceção do que qualquer tiro de fuzil. Na virada dois anos 1970, todas as semanas eu ia até a banca da Rodoviária para comprar o Pasquim. Era um prazer indizível esperar a surpresa que o jornaleco desabusado trazia, muitas vezes, em linguagem cifrada, mas perfeitamente decodificável por nós, leitores-cúmplices: “Quem tem jornal tem medo”.
                No fim da ditadura, o general João Baptista Figueiredo, o último dos presidentes impostos pelo regime militar, provocou polêmicas ao afirmar, perto da baia de cavalos que tanto apreciava: “Prefiro cheiro de cavalo a cheiro de povo”. Três dias depois, o Pasquim estampava uma enorme foto de Sua Excelência ao lado de um dos animais com a seguinte legenda: “Figueiredo e o cavalo. O cavalo é o da direita”.
                Nos tempos em que lecionava em uma faculdade, evoquei o episódio para ilustrar o argumento de que o regime militar liquidou com a guerrilha em seis meses, mas não conseguiu exterminar o humor libertário do Pasquim. Todos se divertiram muito com a blague, menos um rapaz sério e educado. Ele levantou o braço e pediu a palavra: “Professor, eu sou sobrinho do general Figueiredo”. Fiquei paralisado de constrangimento, mas ele acrescentou: “Foi bom tocar no assunto, pois a minha família sempre tenta desfazer o equívoco dessa frase”. A turma era gaiata e rechaçou as alegações do colega com muita verve. Me animei a ponderar ao aluno que o tio dele certamente era uma boa gente, mas nos inspirava muito receio, tanto que, na época, repetíamos um refrão: “Quem tem jornal tem medo, estamos com Figueiredo”.
                O Pasquim nos salvou da ditadura com dribles desconcertantes na prepotência. Ele foi uma escola de humor, de liberdade, de inteligência e de imaginação. Tinha tudo para não dar certo, mas, quando você junta muita gente talentosa no mesmo espaço, provoca uma química explosiva e imprevisível. A subserviência ianque de Paulo Freire me exasperava, mas a sua soberba era muito divertida quando vinha embalada pela ironia: “Atenção, massas, riam, isso é uma piada”. O Pasquim nos ensinou a rir da ridicularia dos outros e da nossa própria.
                O melhor documentário sobre o jornal foi realizado em Brasília pela TV Câmara, sob o título A Subversão do humor, com direção de Roberto Stefanelli. Lá é possível apreciar deliciosas histórias dos jornalistas boêmios que realizaram, sem saber, uma pequena revolução na imprensa.
                Sem pretender roubar a surpresa de assistir ao documentário, não resisto á tentação de adiantar uma história. Paulo Francis foi convocado para um interrogatório em um quartel. Um coronel acusava o polêmico e irascível jornalista de ter supostamente assinado uma “monção” de protesto contra a prisão arbitrária do dono da Editora Civilização Brasileira, o editor Ênio da Silveira. Francis negou veementemente. Mas o general se irritou, argumentando que tinha uma cópia do documento com a assinatura de Francis. Ao que o jornalista replicou com o célebre ar superior sobre o restante da humanidade:
 “Coronel, eu não assinei nenhuma monção: monção é um fenômeno atmosférico. O que assinei foi uma moção de protesto contra a prisão do meu amigo Ênio da Silveira”.

Atividade: Assista o vídeo Subversão do humor, com direção de Roberto Stefanelli no meu Blog ou no Youtube.; pesquise o significado das palavras e frases abaixo relacionadas. Reescreva o texto, substituindo por sinônimos, as palavras abaixo relacionadas:

HILARIANTE – REGIME DE EXCEÇÃO – PASQUIM – DECODIFICÁVEL – EVOCAR – BLAGUE – GAIATA – VERVE – PONDERAR – PREPOTÊNCIA – SUBSERVIÊNCIA – IANQUE –– IRONIA – SUBVERSÃO – IRASCÍVEL – ARBITRÁRIA – VEEMENTEMENTE – CÉLEBRE – MOÇÃO.