quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Cheirinho de História...

Club Deportivo Palestino

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Palestino
CD Palestino
NomeClub Deportivo Palestino S.A.D.P.
AlcunhasÁrabes
El Tino
Tricolores
Baisanos
Fundação20 de agosto de 1920(96 anos)
LocalizaçãoLa CisternaSantiago Chile
Mando de jogo emMunicipal de La Cisterna
Capacidade (mando)12.000 pessoas
PresidenteChile Fernando Aguad
TreinadorChile Nicolás Córdova
PatrocinadorAutoridade Nacional Palestiniana Bank of Palestine
Material esportivoChile Training
CompetiçãoChile Campeonato Chileno
Websitepalestino.cl
Cores do TimeCores do TimeCores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do TimeCores do TimeCores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
 Temporada atual
editar
Club Deportivo Palestino é um clube de futebol chileno que foi fundado por um grupo de imigrantes em homenagem a cultura palestina, onde no Chile existe a maior colônia do mundo, vivendo no país cerca de 350.000 palestinos.

História[editar | editar código-fonte]

Fundado em 20 de Agosto de 1920, na cidade de Santiago do Chile, suas cores são o verde, vermelho, preto e branco. Já foi campeão chileno em duas oportunidades, em 1955 e 1978, campeão da segunda divisão em 1952 e 1977 e também da Copa Chile em 1975 e 1977.
Em 1955, o clube ganhou seu primeiro campeonato nacional sob a orientação do argentino Guillermo Coll, em que era o clube tornou-se conhecido pelo apelido millonario (Milionário) por causa de sua capacidade de atrair jogadores de primeira classe. Em1978 conquistou pela segunda vez sendo liderada pelo chileno Elías Figueroa.
Em 2004, o clube tornou-se uma empresa registrada, mas a mudança de estatuto não trouxe a esperada melhoria nos resultados.
Em 2006, eles terminaram em 18 º lugar de 20 equipes, forçando-os a enfrentar um playoff contra o Fernández Vial, onde a equipe tetracolor conseguiu se manter na Primeira Divisão. No Clausura de 2008, teve uma arrancada surpreendente e acabou chegando a final do torneio, mas foi superada pelo Colo-Colo. Após esse sucesso, o clube espera subir nas bolsas de valores chilenas e palestinas.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Nacionais[editar | editar código-fonte]

Elenco atual

Soccerball current event.svg Última atualização: 4 de setembro de 2016.
Goleiros
Jogador
1Chile Darío Melo (es)
25Chile Matías Herrera
31Chile Ignacio González (es)
Defensores
JogadorPos.
4Chile Benjamín Vidal (es)Z
13Chile Francisco Sierralta (es)Z
19Argentina Ezequiel Luna (es)Z
11Chile Roberto CerecedaLE
Meio-campistas
JogadorPos.
5Argentina Agustín Farías (esCapitãoV
6Chile Diego TorresV
8Argentina Franco Mazurek (es)V
10Chile Leonardo ValenciaM
Atacantes
Jogador
9Argentina Leandro Benegas (es)
16Chile Richard Paredes
Comissão técnica
NomePos.
Chile Nicolás CórdovaT

Inscritos na Sul-Americana[editar | editar código-fonte]

Nego Jorge Ghezo: AFRICA - BANTOS E SUDANESES

Nego Jorge Ghezo: AFRICA - BANTOS E SUDANESES: OS BANTOS – africanos trazidos da região do congo e de angola – foram os primeiros a serem feitos cativos na África e embarcados para servir...

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Dossiê de História. Texto cinco (05) – 27set2016 Segundos e terceiros anos.

Dossiê de História.
Texto cinco (05) – 27set2016
Segundos e terceiros anos

MORATÓRIA NA EXPLORAÇÃO DO IPÊ
(Márcio santilli, especialista em Biodiversidade – Correio Braziliense – 21setembro2016 – pág. 13 – Opinião).


                        Hoje, dia 21 de setembro, é o Dia da Árvore. Você que se emociona com a deslumbrante floração do ipê sabia que é a destruição dessa árvore abençoada que move, hoje, a exploração predatória de madeiras na Amazônia? Veja, abaixo, cinco bons motivos para você se insurgir contra essa aberração.
            1. O ipê exerce hoje o papel que foi do mogno no passado, o preço do metro cúbico do ipê está acima de dois mil dólares, o que viabiliza a sua exploração a grandes distâncias dentro da floresta. Até os anos 1990, a exploração predatória do mogno era o carro-chefe da destruição da Amazônia. Ela promovia conflitos sociais por toda a região e a abertura de estradas clandestinas e a invasão de Terras Indígenas, Unidades de Conservação, assentamentos de reforma agrária e propriedades rurais.
            Depois de seguidas campanhas, o governo federal decretou uma moratória na exploração do mogno e, em 2003, ele foi incluído na lista de espécies ameaçadas da Convenção sobre o Comércio internacional de Espécies Ameaçadas (CITES). Com isso, passou a haver maior responsabilidade e controle sobre o comércio do mogno pelos países produtores e consumidores, o que reduziu a exploração e o contrabando e valorizou a exploração por projetos legais e sustentáveis.
            2. A exploração do ipê viabiliza a exploração ilegal de outras espécies florestais, a infraestrutura financiada pelo alto valor comercial do ipê torna possível a extração de outras espécies madeireiras de menor valor, multiplicando o seu impacto sobre a floresta. Estudos demonstram que 78% da produção comercial de madeiras do Pará ocorre em áreas não autorizadas e que a ilegalidade chega a 90% no oeste do estado. Estima-se que a exploração do ipê é viável em 63% da extensão da Amazônia.
            3. O manejo sustentável do ipê é cientificamente impossível. Estudos demonstram que a regeneração do ipê exige muito mais tempo do que o previsto nos ciclos de manejo florestal. Mesmo nas áreas em que a sua exploração foi legalmente autorizada, não foram mais encontrados indivíduos adultos. Assim, a exploração do ipê avança para novas áreas, inclusive Unidades de Conservação e Terras Indígenas. A fragilização das suas matrizes genéticas nas florestas poderá levar a limitar sua ocorrência, no futuro, exclusivamente a áreas de plantio.
            4. A exploração do ipê transforma o chamado para a vida num chamado para a morte. Na natureza, é a deslumbrante floração do ipê que atrais os polinizadores e viabiliza a sua reprodução na floresta. Ironicamente, as empresas madeireiras também se valem da floração para mapear as árvores na floresta e derrubá-las depois.
            5. O ipê é um símbolo do Brasil. Nas suas múltiplas variedades, a espécie é nativa de quase todas as regiões do Brasil. Sua floração cativa corações e mentes e é cantada em prosa e verso, constituindo-se também num valor estético, cultural e afetivo para todo o povo brasileiro. Esse patrimônio não deve mais ser destruído impunemente. Se você deseja garantir essa benção na vida dos seus descendentes, mobilize-se já e convide outras pessoas a se mobilizarem por uma moratória na exploração predatória do ipê.

ATIVIDADES: pesquise o significado das palavras ou conceitos abaixo:
1.      Deslumbrante.
2.      Predatório.
3.      Insurgir.
4.      Aberração.
5.      Mogno.
6.      Unidades de Conservação (o que são?).
7.      Reforma agrária (o que é?).
8.      Terras Indígenas.
9.      Moratória.
10.  Sustentabilidade.
11.  Manejo sustentável.
12.  Quais são os símbolos do Brasil?
13.  Quantas e quais são as variedades de ipês?
14.  Cada turma deve ser organizar para plantar, no espaço indicado na escola, cinco mudas de ipês, de cores variadas, sob a orientação do professor de História. a turma será dividida em cinco grupos. doarei uma muda de ipê para cada grupo, bem como organizarei o preparo do terreno. o plantio será feito pela turma respectiva.


terça-feira, 20 de setembro de 2016

DOSSIÊ DE HISTÓRIA – TEXTO 04 (QUATRO) – terceiros anos - 20setembro2016

DOSSIÊ DE HISTÓRIA – TEXTO 04 (QUATRO) – terceiros anos
 – segundo semestre 2016 – 20setembro2016
O ERRO DA VEZ – Marcelo Agner.
Publicado no Correio Braziliense – 04/04/2015 – pag. 10 – “Opinião”.

                Tema recorrente no Congresso, a redução da maioridade penal para 16 anos ganhou força nas últimas semanas. E parece que o projeto, desta vez sairá da fila de 25 anos para chegar ao plenário. O caminho ainda é longo, mas há clara vontade política nessa tramitação. Afinal, a medida é tratada como importante passo no combate à violência no Brasil, um problema que aflige toda a população. Mas, qual a real eficácia de adotarmos uma solução tão drástica? Mais uma vez estamos mergulhando em saídas mirabolantes para resolver questões estruturais, e a discussão dos temas que realmente podem mudar o país ficam para trás, esquecidas em discursos políticos e ideológicos, numa batalha insana em que mais importante é a vitória, o triunfo momentâneo, e o futuro fica relegado a um segundo plano.
                Há convicção em grande parte da sociedade de que a lei atual não castiga crianças e adolescentes que cometem crimes. A falta de agilidade da justiça e as precárias estruturas para aplicação das medidas socioeducativas contribuíram para que esse discurso se fortalecesse. O pouco tempo de internação foi interpretado como impunidade. Durante anos, a recuperação dos jovens ficou a cargo de instituições como o Caje, prisões disfarçadas que viraram pré-escola para a bandidagem. As imagens de horror e violência das rebeliões prevaleceram nos noticiários.
                Duramente criticado, o Estatuto da Criança e do Adolescente também nunca passou por um debate mais sério e amplo. Seus defensores tentaram blindá-lo, e os opositores, destruí-lo. Não houve meio-termo. Esse mesmo radicalismo pôde ser visto agora na câmara, no debate sobre o projeto de redução da maioridade. Bate-boca e troca de acusações marcaram a votação. E nada de bom foi acrescido ao tema. A tendência é de que os ânimos sejam acirrados até o fim.
                O Brasil teve muito tempo para evitar que a violência chegasse aos níveis atuais. O crescimento econômico dos últimos anos fez o brasileiro ter acesso ao carro zero-quilômetro e viajar de avião, mas não melhorou as escolas e reduziu o tamanho de nossas favelas. E nossos jovens continuam encontrando nas ruas os mesmos riscos e há 30, 40 anos. Eles morrem aos milhares. O mesmo país que nega a eles perspectiva de futuro quer puni-los aos 16 anos, como se a salvação estivesse aí. E caso a mudança na maioridade penal não reduza o crime, o que faremos com os milhares jogados nas nossas cadeias medievais?

TAREFAS:
1.       Procure o significado das palavras abaixo e após, releia o texto substituindo as originais pelas pesquisadas. Não é necessário refazer o texto.

1.       Tramitação
2.       Recorrente
3.       Mirabolante
4.       Drástica
5.       Precário
6.       Ideologia
7.       Socioeducativo
8.       Acirrar
9.       Blindar
10.   Medieval.
11.   Modo de produção.

2.       Faça um texto de ao menos 10 (dez) linhas, dizendo se você é contra ou a favor da redução da maioridade penal para 16 anos, justificando sua opinião.


DOSSIÊ DE HISTÓRIA - TEXTO 03 = TERCEIROS ANOS - 20SETEMBRO 2016

DOSSIÊ DE HISTÓRIA - TEXTO 03 = TERCEIRO ANO - SETEMBRO 2016

COMEMORAR E CONSCIENTIZAR

Publicado no Correio Braziliense em 11/março/2015 - Solange Jurema – ex-ministra da Secretaria Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres.

            A cada 08 de março o mundo inteiro dedica a data para comemorar o Dia Internacional das Mulher, formalizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975. O intuito é de que toda a humanidade reflita sobre a condição feminina nos diferentes povos, nos países, nas crenças e na realidade política, econômica, cultural e social em que vivem 3,5 bilhões de mulheres, quase a metade da população mundial.
            E se a cada ano assistimos aos pequenos avanços, infelizmente, constatamos a manutenção de muitos atrasos, como atestam relatórios mundiais da ONU e divulgados no começo do ano. Segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), não há nenhum país em que as mulheres sejam iguais aos homens no poder político ou econômico. Reitero: nenhum.
            A situação piorou nas comunidades mais carentes, onde a morte materna, o casamento precoce e arbitrário e o status da mulher na sociedade têm indicadores bem distintos das economias avançadas. Ainda segundo a ONU e o UNFPA, uma em cada três mulheres já sofreu algum abuso físico ou sexual e uma em cada três meninas em países subdesenvolvidos é obrigada a se casar antes de completar 18 anos.
            No Brasil o quadro não é distinto. Aqui, a cada duas horas, uma mulher é morta de maneira violenta. O Instituto de Pesquisa Econômica aplicada (IPEA) estima que no período 2001/2011 ocorreram mais de 50 mil feminicídio – cerca de 5 mil mortes por ano. Com 4,6 assassinatos por 100 mil mulheres, o Brasil ocupa a sétima (7ª) posição mundial de assassinatos de mulheres, segundo o Mapa da Violência 2012 (Cebela/Flacso), entre 84 nações. Uma vergonha para o nosso país.
            O Mapa da violência nos fornece outro dado estarrecedor da realidade da condição feminina: em 42,5% dos casos, o agressor é o parceiro ou o ex-parceiro da mulher. E na faixa entre os 20 e os 49 anos, esse percentual salta para 65%. O terror vivido pela mulher brasileira apresenta agravante ainda mais perverso: em 71,8% dos atendimentos registrados, a violência aconteceu na residência da vítima, e 41% das mortes femininas foram dentro de casa, a maioria delas na presença de familiares. Então, alguém pode ser perguntar: o que as mulheres podem comemorar?
            A própria ONU tem dados que nos estimulam a comemorar e a continuar o trabalho de conscientização da condição feminina no mundo e no Brasil. Nos 20 últimos anos, a mortalidade materna foi reduzida á metade. Episódios como o da atriz Patrícia Arquette, na entrega do Oscar deste ano, em que pediu igualdade salarial para as norte-americanas, estimulam e reforçam a ideia de que devemos aproveitar todas as oportunidades, todos os momentos para lutar contra as mais variadas discriminações que a mulher sofre por razões de gênero estimulam como feminicídio e com penas mais severas, além de torná-lo hediondo. O texto também prevê pena maior (de 12 a 30 anos) para mortes decorrentes de violência doméstica e para os casos em que a mulher é assassinada estando grávida, for menor de 14 ou maior de 60 anos.
            O projeto – resultado do trabalho da CPMI que apurou a violência contra a mulher no Brasil – foi encaminhado para a Presidência da República para ser sancionado e mudar a legislação penal brasileira para atender melhor a condição feminina. A criação dessa tipificação penal atende aos novos padrões de proteção dos direitos da pessoa humana. Como consagrados pela jurisprudência da Corte Internacional de Direitos Humanos (Caso Campo Algodonero, sobre o feminicídio de centenas de mulheres em Ciudad Juarez, México) e tratados internacionais de direitos humanos (Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher – convenção de Belém do Pará, 1984).
            Outra boa notícia veio do IPEA, sobre a efetividade da Lei Maria da Penha. Estudo da instituição indica que a lei fez diminuir em cerca de 10% a taxa de homicídio contra as mulheres dentro das residências. Um avanço relevante e importante. Portanto, há sim o que comemorar no dia 8 de março. Afinal, e nunca é repetitivo lembrar, as brasileiras são a maioria da população e do eleitorado e respondem sozinhas por 40% dos lares brasileiros e existe um universo a ser conquistado. Vamos, sim, comemorar a data com mais certeza e convicção de que somente a conscientização de todos levará à efetiva igualdade de direitos entre mulheres e homens.
           
 
Atividades.

1. Como, quando e porque foi criado o Dia Internacional da Mulher?
2. Faça uma pequena biografia sobre Lélia González, Leila Diniz e Patrícia Arquette.
3. O que é feminismo?
4. Pesquise o significado das palavras abaixo:

1.       Intuito
2.       Reiterar
3.       Arbitrário
4.       Status
5.       Feminicídio
6.       Estarrecedor
7.       Agravar
8.       Estimular
9.       Conscientizar
10.   Tipificar
11.   Hediondo.
12.   Jurisprudência
13.   Relevância
14.   Convicção
15.   ideologia